quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Reflexão do dia!!!!!!!!

 
 
A beleza agrada aos olhos, mas é a doçura das ações que encanta a alma."  
 
(Voltaire)

Dia de Heimdall

 
 
29/09 - Dia de Heimdall ( Mitologia Germânica)

Este é o dia ideal para qualquer tipo de feitiço, pois é abençoado pelo Deus da Magia, Heimdall, Deus nórdico das das artes mágicas, principalmente a Magia natural. Guardião de Byfrost, a ponte do arco-íris que liga o mundo dos homens a Asgard, o reino dos Deuses.

Faça um poderoso amuleto para atrair a magia e a boa sorte aos lares: em uma folha de papel, vá colando ingredientes naturais (ervas, flores, folhas), de modo que formem um arco-íris. 
 
Faça uso das cores e da textura dos ingredientes, por exemplo: flores amarelas, vermelhas, folhas verdes, etc. Enquanto vai compondo seu arco-íris, mentalize seus desejos. 
Deixe sua obra próxima a uma janela de sua casa, para que por ali cheguem as vibrações necessárias para a realização de seus desejos.
 
Apesar de ser um deus importante, a sua origem é um tanto obscura. Consta que ele é filho de nove donzelas, nove ondas, filhas de Aegir . Heimdall é o Deus da Luz, chamado de Deus Reluzente de Dentes de Ouro. Heimdall tem os sentidos altamente apurados: segundo consta, ele pode ver até cem milhas de dia ou de noite; ele pode ouvir a relva a crescer no chão e a lã a crescer no corpo dos carneiros; além disso, o tempo de sono de um passarinho é o suficiente para ele. Com estas características, nada mais lógico do que os deuses oescolhecem para ser o seu guardião. Heimdall é o sentinela na Ponte do Arco-íris (Bifrost). O seu palácio em Asgard chama-se Himinbjorg (Penhascos do Céu) e fica junto à Bifrost. Heimdall possui uma grande trompa chamada Gjall que ele soará no Ragnarok para convocar os deuses para a batalha final. Heimdall é o maior inimigo de Loki – sendo Heimdall o Deus da Luz, pode-se ver suas desavenças com Loki como sendo a luta entre luz e trevas. Os dois enfrentar-se-ão em Ragnarok e um exterminará o outro.
 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Reflexão do dia!!!!!!!!

Deus é puríssima essência. Para os que têm fé nele, Deus simplesmente é.

Mahatma Gandhi

Rosh Hashaná – Ano Novo Judaico



De acordo com a tradição judaica Deus criou Adão e Eva no primeiro dia de Tishrei, o sexto dia da criação, é a partir deste mês que o ciclo anual se inicia e o Rosh Hashaná (em hebraico ראש השנה, literalmente cabeça do Ano) celebra esta data. Também teria sido neste dia que Caim teria matado seu irmão Abel. Por isto considera-se este dia como Dia de Julgamento (Yom ha-Din) e Dia de Lembrança (Yom ha-Zikkaron), o início de um período de instrospecção e meditação de dez dias (Yamim Noraim) que culminará no Yom Kipur, um período no qual se crê o Criador julga os homens

Símbolos e Costumes Culinários



Mergulhar no mel uma fatia de chalá redonda e uma de maçã; saborear tâmaras, doce de abóbora ou cenouras adocicadas são atos que fazem parte do ritual que precede a refeição festiva, nas noites de Rosh Hashaná. É costume, após o kidush, provar vários alimentos simbolicamente selecionados e sobre cada um destes, fazer um pedido para o novo ano, ao Criador.
Transmitido de geração em geração, esse costume está baseado em um ensinamento talmúdico e faz parte de vários códigos de leis. Os alimentos, escolhidos tanto por ter um sabor doce como pela conotação sugerida por seu nome em aramaico ou hebraico, devem servir de "bom augúrio" para o ano que se inicia.
Mas, alertam nossos sábios, ainda que estes alimentos despertem, por seu sabor, sensações agradáveis, o essencial é o significado espiritual que têm. Como o importante não é o que se come, mas o porquê, foi instituída uma prece específica ou um pedido para cada um dos mesmos. É esta pequena prece que confere à ação o seu significado espiritual. Assim, antes de ingerir um alimento, nos dirigimos ao Criador e rogamos, de todo coração: "Que seja Tua vontade, Senhor nosso D'us, D'us de nossos pais..."

Que alimentos são esses? Sua escolha remonta à época talmúdica, mas, no decorrer dos séculos, foram adotados diferentes costumes nos vários países onde os judeus se estabeleceram. Daí a diversidade das tradições entre as diferentes comunidades. Ashquenazitas e sefaraditas têm costumes diferentes, apesar de alguns itens serem comuns a todos. A regra é simples: deve-se seguir o costume de sua casa.

Importância da simbologia:
Quando discute a eficácia dos atos simbólicos, o Talmud dá uma indicação de sua importância ao declarar que os reis de Israel devem ser coroados apenas na primavera - para que sua soberania seja contínua, como o fluir dos rios, durante essa estação. Em seguida, ao se referir a Rosh Hashaná, afirma: "Abaye ensina: agora que foi dito que um augúrio tem significado, cada pessoa deve habituar-se a comer, no início do ano, alimentos como abóbora, alho-poró, acelga e tâmaras...".

A primeira pergunta é qual o motivo para o uso desses símbolos em Rosh Hashaná. Estes presságios servem de lembrete. Ao ingerir alimentos que têm conotações positivas e dirigir pedidos ao Todo-Poderoso, a pessoa se conscientiza que está sendo julgada por seus atos no ano que finda. Sabe que é chegado o momento de tentar aproximar-se de D'us e se arrepender por seus erros. A segunda é qual a razão para terem sido escolhidos certos alimentos. Variam as opiniões. Segundo Rashi, a simbologia pode ser explicada por dois aspectos: a doçura natural de alguns alimentos, representando um novo ano além de bom, também "doce"; enquanto outros crescem rápido e são abundantes - o que representaria a abundância dos méritos de todo o povo de Israel.

Outros sábios apontam o fato de que é no nome de alguns alimentos que está contida sua simbologia. Há os que fazem referência ao crescimento e à abundância. Estes alimentos simbolizariam a fartura e o aumento das boas ações praticadas por Israel. Outros fazem alusão à eliminação ou à destruição e são usados em referência aos pecados e aos inimigos de Israel - "a todos aqueles que queiram fazer-nos mal".

Alguns comentaristas afirmam que a expressão "nossos inimigos", nas preces, não é uma alusão aos inimigos externos, mas sim aos "anjos da acusação" que nos acompanham. Segundo o Talmud, os anjos são criados quando cometemos uma ação. Quando praticamos o bem e obedecemos a Vontade Divina, criamos para nós mesmos um anjo defensor - um sanegor. Mas, toda vez que praticamos uma má ação, transgredindo a Vontade Divina, cria-se um categor - um anjo que nos acusa perante D'us. 

Portanto, ao pedir a "aniquilação e a erradicação de nossos inimigos", pedimos a D'us que sejam eliminados todos os inimigos de Israel - os "externos" e os "internos", os que carregamos em nosso íntimo e nos levam a transgredir. Pedimos também a D'us que anule os decretos negativos e que só boas ações sejam lidas perante Ele.

Alimentos doces
Em Rosh Hashaná, costuma-se consumir apenas bebidas e alimentos adocicados - indicando a esperança de um ano de fartura e doçura. Esta tradição aparece nos textos sagrados. No Livro de Samuel, por exemplo, o rei David e suas tropas enviaram a Nabal, o carmelita, a mensagem: "Aqui viemos para o Yom Tov; por favor, dá-nos o que estiver ao teu alcance" (25:8). 

Segundo Rashi, era véspera de Rosh Hashaná e David não tinha alimentos para a refeição festiva. Embora Nabal tenha recusado o pedido, sua esposa, Abigail, forneceu os víveres, inclusive vinho, uvas e figos secos. Estas frutas adocicadas constituíram as refeições de Rosh Hashaná do rei David e seus homens. Foi também em Rosh Hashaná que Neemias, no capítulo 8:10, dispensou os judeus reunidos em Jerusalém, dizendo-lhes: "Vão, comam alimentos ricos, tomem bebidas doces e mandem um pouco para aqueles que nada prepararam para si mesmos, pois sagrado é este dia para o Senhor".

O costume de consumir alimentos doces é uma das características mais marcantes das refeições de Rosh Hashaná. O kidush é feito de preferência sobre um vinho doce e, em seguida, molha-se um pedaço de chalá no mel ou no açúcar. Certas comunidades têm o hábito de molhar o pão no mel, ao invés do sal, no período de Rosh Hashaná até o sétimo dia de Sucot. 

As chalot usadas na festividade também são adocicadas e, diferentemente do feitio de trança geralmente usado no restante do ano, são feitas redondas para simbolizar o ciclo da vida, da continuidade e da eternidade. Feitas sem arestas, simbolizam nosso pedido para um ano sem conflitos. O feitio circular, de coroa, serve também como lembrete da Realeza de D'us, o tema mais importante da data.

Há várias simbologias no ato de se molhar a chalá no mel. Entre elas, a semelhança existente entre a chalot e o maná que alimentou Israel, durante 40 anos no deserto. Qual era o gosto do maná? "Tinha o sabor de massa frita com mel" (Êxodo 16:31). A própria palavra ´mel´, em hebraico, transmite a esperança na Misericórdia Divina, pois o valor numérico da palavra "dvash" (mel) equivale ao valor de "Av Ha'Rachamim" (Pai Misericordioso). Assim, o mel simboliza a esperança de que a sentença decretada por D'us seja amenizada por Sua infinita compaixão. 

É também no mel que, a seguir, molhamos uma fatia de maçã - ou no açúcar, como fazem os judeus orientais, para reforçar os votos para o novo ano. Após agradecer o Todo Poderoso por Sua benevolência, pedimos que Ele nos conceda novamente um ano bom e tão doce quanto o mel. 
E por que nossos sábios escolheram a maçã e não outra fruta? Porque esta representa nosso povo e, em várias ocasiões, nos textos sagrados, Israel é comparado a ´uma maçã perfumada´. 

Esta fruta é também usada como símbolo para representar a Torá. Em textos cabalísticos usa-se freqüentemente a expressão "Campo de Maças Sagradas" para descrever a manifestação da Presença Divina. O perfume da maça é uma referência ao perfume do Jardim do Éden e é também associado à bênção que Yaacov recebeu de seu pai, Itzhak. Segundo nossos sábios, este fato aconteceu em Rosh Hashaná.

Sefaraditas e ashquenazitas
Segundo o costume sefaradita, os alimentos utilizados nas noites de Rosh Hashaná são tamar (tâmara), rubia (feijão de corda), carti (alho-poró), silcá (acelga), cará (abóbora), rimon (romã), tapuach (maçã), mel e rosh keves (cabeça de carneiro). Entre os ashkenazitas é costume usar tapuach (maçã), mel, guezer (cenouras), keruv (repolho), dag (peixe), rimon (romã) e rosh dag (cabeça de peixe). 

Ao se analisar a raiz hebraica ou aramaica dos nomes dos alimentos que, ao longo dos anos, foram integrados ao ritual, conseguimos entender o significado das bênçãos e sua ligação com a história judaica. Sobre certos alimentos, invocamos a D'us pelo "aumento" de nossos méritos e nossas virtudes. Este é o pedido feito quando ingerimos, por exemplo, feijão de corda - em hebraico, rubia. 

O nome hebraico provém do radical rava, 'aumentar'. Na realidade, o uso de algum alimento que aluda ao termo "aumentar" não se limita às espécies mencionadas no Talmud ou ao seu nome em hebraico. Pode ser utilizado, também, algum alimento cujo nome lembre este termo, no idioma local usado pelos judeus, em uma determinada região. Por isso, muitas comunidades que falavam ídiche passaram a usar cenouras no lugar de rubia - planta comum no Oriente Médio, mas não na Europa. Cenoura, em ídiche, é mehren. Esta palavra significa também "aumentar" ou " multiplicar". De forma similar, a palavra alemã para cenoura é mohrube, muito semelhante às palavras mehr - 'mais' - e rubia.

Ao ingerir peixe, os ashquenazitas pedem a D'us que possam "multiplicar-se como os peixes".O costume também é interpretado como uma proteção contra o mau-olhado. Ensina o Talmud que o mau-olhado não tem poder sobre aquilo que está escondido dos olhos e, como os peixes vivem dentro d'água, o mau-olhado não os pode afetar. Já a romã serve para invocar o aumento de nossos méritos, para que nos tornemos repletos de boas ações, como a profusão de sementes dessa fruta. A simbologia, neste caso, é simples, pois a romã possui 613 grãos - o número das mitzvot da Torá. 

Com os outros alimentos, pedimos a D'us que nos afaste de tudo aquilo que nos faz mal ou leva a fazê-lo. Assim, comemos tâmaras, cujo nome tamar lembra o radical tam - exterminar.
E pedimos que sejam exterminados todos os nossos inimigos e aqueles que nos queiram fazer mal. Em aramaico, alho-poró é cartie e, em hebraico, carat, que também significa 'eliminar'. 
Assim, ao comer o alho-poró, pedimos a D'us que elimine nossos inimigos. Com a silcá, acelga, cuja palavra vem da raiz silec, 'afastar', pedimos que sejam afastados aqueles que querem o nosso mal. Entre os alimentos doces, os sefaraditas costumam comer um doce feito de abóbora, em hebraico, cara, termo que nos remete à palavra cará, 'anular'. Ao comê-lo, pedimos que nesse dia de julgamento sejam anulados os maus decretos e apenas os nossos méritos sejam lidos perante D'us.

Finalmente o último pedido: ao comer alguma parte da cabeça de um animal ou peixe pedimos para ser bem-sucedidos, colocados "na cabeça e não na cauda". Mas por que há uma aparente redundância nas palavras? Para lembrar Israel a não ser subserviente a nenhum outro poder - a não ser a D'us. Para este pedido, costuma-se usar uma parte da cabeça do carneiro. Assim, D'us se recordará, para o nosso bem, o mérito do sacrifício de Yitzhak - que, à última hora, foi substituído por um carneiro.

Outros costumes
Em algumas comunidades costuma-se comer uma fruta nova da estação na segunda noite de Rosh Hashaná, para justificar a bênção de Shehecheianu que fazemos sempre que temos prazer com coisas novas.
Com o tempo, foram adotados vários outros costumes específicos, inspirados nos nomes de certos alimentos. Os judeus da Ucrânia, por exemplo, costumavam dar aos filhos, em Rosh Hashaná, fígado de galinha. Isto porque em ídiche, fígado é leberlach um homófono da palavra leb ehrlic - 'viver honestamente'. 

Há os que não comem nozes nesta festividade, porque a soma das letras da palavra egoz (noz) tem o mesmo valor numérico do que chet, o termo hebraico para 'pecado'.
Alguns grupos assam a chalá em feítio de espiral como um lembrete de que D'us decidirá quem subirá e quem descerá os degraus da vida. Um costume menos conhecido é o de fazer a chalá no formato de um pássaro, como está descrito em Isaías (31:5): "Como pássaros flutuando, assim o Senhor protegerá Jerusalém". 

Enquanto em certos lares sefaraditas, oriundos de países do Mediterrâneo e do Oriente Médio, é comum começar a refeição festiva com um peixe inteiro - como expressão do desejo de prosperidade, fertilidade e boa sorte no ano vindouro - há judeus marroquinos que não comem peixe em Rosh Hashaná. Segundo esta tradição, o peixe deve ser evitado pois em hebraico a palavra para peixe é Dag e lembraria a palavra D'agá, que significa ´preocupação´.

Independentemente do costume adotado em cada comunidade, nós, assim como todas as gerações que nos precederam, continuaremos invocando, também neste Rosh Hashaná, a Bênção Divina sobre o povo de Israel. Que seja para todos um ano bom e doce!


 
Bibliografia: 
"Rosh Hashanah, Its significance, laws and prayers, a presentation anthologized from Talmudic and traditional sources", The ArtScroll Mesorah Series, Mesorah Publications 
"Rosh Hashaná, Yom Kipur e Sucot", compilados por Rabino Isaac Dishi, edição Congregação Mekor Haim. 

Fonte: Revista Morashá

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Nascimento de Athena!!!!

 
 
- NASCIMENTO DE ATHENA (GRÉCIA)
Athena é a deusa grega associada a coruja ou a oliveira representando a sabedoria. Hoje celebra-se seu nascimento.  

Athena é a grande Deusa da Sabedoria. Comemorar o dia do seu nascimento é despertar a luz do conhecimento dentro de você. 
 Acenda uma vela amarela sobre um prato de prata e concentre-se no reflexo da chama sobre a prata.
Essa luz exterior é a chave que despertará sua luz interior.
Namastê!!!
 
 

Salve Ibejada!!!

Salve Cosme e Damião!!!

27 DE SETEMBRO
DIA DE SÃO COSME E SÃO DAMIÃO
Cosme e Damião foram martirizados na Síria, porém é desconhecida a forma como morreram. Seu culto já estava estabilizado no Mediterrâneo no século V. Perseguidos por Diocleciano, foram trucidados e muitos fiéis transportaram seus corpos para Roma, onde foram sepultados no maior templo dedicado a eles, feito pelo Papa Félix IV (526-30), na Basílica no Fórum de Roma com as iniciais SS - Cosme e Damião.
Alguns relatos atestam que eram originários da Arábia, mas de pais cristãos. Seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio. Surgiram várias versões, mas nenhuma comprovada com fundamento histórico. Em uma das fontes, explica-se que eram dois irmãos, bons e caridosos que realizavam milagres. Alguns relatos afirmam que foram amarrados e jogados em um despenhadeiro sob a acusação de feitiçaria e inimigos dos deuses romanos. Em outra versão, na primeira tentativa de morte, foram afogados, mas salvos por anjos. Na segunda, foram queimados, mas o fogo não lhes causou dano algum. Apedrejados na terceira vez, as pedras voltaram para trás, sem atingi-los. Por fim, morreram degolados.
Depois de mortos, apareceram materializados ajudando crianças que sofriam violências. Ao gêmeo Acta é atribuído o milagre da levitação e ao gêmeo Passio a tranqüilidade da aceitação do seu martírio. A partir do século V os milagres de cura atribuídos aos gêmeos fizeram com que passassem a ser considerados médicos, pois, quando em vida, exerciam a medicina na Síria, em Egéia e Ásia Menor, sem receber qualquer pagamento. Por isso, eram chamados de anargiros, ou seja, inimigos do dinheiro. Mais tarde, foram escolhidos patronos dos cirurgiões.
Sempre confiantes em Deus, oravam e obtinham curas fantásticas. Também foram chamados de "santos pobres". Muitos esforços foram feitos para demonstrar que Cosme e Damião não existiram de fato, que eram apenas a versão cristã dos filhos gêmeos pagãos de Zeus. Isto não é verdade, embora haja evidências de que a superstição popular muitas vezes fez supor haver em seu culto uma adaptação do costume pagão.
No Brasil, em 1530, a igreja de Igarassu, em Pernambuco, consagrou Cosme e Damião como padroeiros. No dia 27 de setembro, quando é realizada a festa aos santos gêmeos, as igrejas e os templos das religiões afro-brasileiras são enfeitados com bandeirolas e alegres desenhos.
No candomblé, são associados aos "ibejis", gêmeos amigos das crianças que teriam a capacidade de agilizar qualquer pedido que lhes fosse feito em troca de doces e guloseimas. O nome Cosme significa " o enfeitado" e Damião, "o popular". 


Padroados: Farmacêuticos; Faculdades de Medicina; Barbeiros e Cabeleireiros.
Protege: Orfanatos; Creches; Doceiras; Filhos em casa; Contra hérnia e Contra a peste.
Emblema: caixa com ungüentos, frasco de remédios, folha de palmeira.

sábado, 24 de setembro de 2011

Reflexão do dia!!!!!!!!

 
 
Ontem tomei um porre de vida.
Enchi a cara com todos os meus desejos.
Bebi paixão e embriaguei-me de amor.
Hoje estou enfrentando uma ressaca deliciosa!

Lígia Guerra

Mitologia em gotas!!!!!!!!!!Cárites ou Graças!!!!!!!


As Cárites ou Graças, eram musas do encanto, da beleza, da natureza, da criatividade humana e da fertilidade, que dançavam juntas à luz da Lua. Habitualmente eram consideradas três: a menor Aglaya - o esplendor e beleza, Eufrósine - aquela que alegra o coração e Talía - aquela que faz florescer.

As Cárites também estavam associadas com o inframundo e os mistérios eleusinos. O rio Cefiso estava consagrado a elas e tinham suas próprias festividades, as Caritesias ou Carisias. Elas presidiam sobre os banquetes, danças e todos os outros eventos sociais agradáveis, trazendo alegria para os deuses e aos mortais.

Eram as auxiliares especiais das divindades do amor, Afrodite e Eros, e junto com outras Musas, cantavam aos deuses no Monte Olimpo quando Apolo tocava sua lira. Elas formavam junto com outras Musas, o cortejo de Apolo, na sua qualidade de deus da poesia e da música.

Residindo no Olimpo, também faziam parte do cortejo de Afrodite a quem prestavam todos os cuidados, zelando por sua beleza e por seus prazeres. Quando Atena saia no exercício das suas atribuições pacíficas, nos trabalhos artísticos e operações espirituais, as Cárites a acompanhavam.

Como as Musas, acreditava-se que elas davam o dom aos artistas e poetas para a criação de lindos trabalhos de arte. As Graças eram tratadas como uma espécie de encarnação tripla de graça e beleza, uma triplicidade de Afrodite. Na arte elas normalmente são representadas como jovens virgens dançando num círculo.

Aglaya,
- o esplendor - a resplandecente, a que brilha, a esplendorosa, a esplêndida - era a mais jovem e bela das três Cárites. Simbolizava a inteligência, o poder criativo e a intuição do intelecto. Segundo algumas versões, era esposa de Hefesto - ainda que a versão mais difundida é de que Hefesto era casado com a deusa Afrodite. Seu casamento explica a tradicional associação das Graças com as artes. Aglaya era mãe de:
* Eucleia, deusa da boa reputação e a glória 
* Eufeme, deusa do correto discurso  
* Eutenia, deusa da prosperidade e a plenitude 
* Filofrósine, deusa da amabilidade as boas-vindas.

Eufrósine
- o júbilo e alegria, era quem alegrava os corações. Alguns consideram que é a Graça intermedia entre Talía e Aglaya.

Talía
- a festividade, aquela que fazia florescer, era a musa da comédia e da poesia bucólica ou pastoril. Era uma divinidade de caráter rural e era representada como uma jovem de aspecto zombador, levando em suas mãos uma máscara cómica e um cajado de pastor, uma coroa de hera na cabeça como símbolo da imortalidade e calçada de borceguíé ou sandálias. Foi mãe dos Coribantes junto com Apolo, sendo a maior das três Cárites ou as Obrigado. Presidia os banquetes e outras festividades, outorgando os dons da abundância e a fertilidade. Nas representações artísticas distingue-se por ser a única das três que leva flores na cabeça. Em outras obras aparece completamente vestida, em comparação com suas outras duas irmãs, que aparecem semidesnudas ou completamente nuas.
 
 
 
Fonte:http://eventosmitologiagrega.blogspot.com/ 

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Bem vindaaaa primaveraaa!!!!!!!!!!!!

A primavera chegouu!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 
DIA DE EOSTRE - EQUINÓCIO DE PRIMAVERA

A Primavera entrou hoje as 5:30h da manhã! É o dia em que a luz ainda está em equilíbrio com a escuridão. Tempo de semear, de fazer encantamentos e projetar novos começos (de ordem material ou espiritual). 
Acenda uma vela vermelha, incenso de aromas fortes e escreva seus desejos em um papel (com tinta vermelha). 
 
No momento de meditar sobre esse dia, queime o papel na chama da vela e ore pedindo ajuda aos antigos deuses. Você também pode pintar um ovo com cores fortes e deixa-lo enfeitando uma planta de sua casa.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Reflexão do dia!!!!!!!!

 
Crie laços com as pessoas que lhe fazem bem, que lhe parecem verdadeiras. E desfaça os nós que lhe prendem àquelas que foram significativas na sua vida.... mas infelizmente, por vontade própria, deixaram de ser....

Nó aperta, laço enfeita… simples assim.

Silvana Duboc

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mabon!!!


Para quem segue a Roda do Norte, hoje é o dia de comemorarmos Mabon, a segunda colheita, onde devemos lembrar de nossas ancestrais femininas, agradecendo seu conhecimento e força e, também, de queimarmos desejos de prosperidade em nossos caldeirões. Traga flores, folhas e grãos para sua casa, atraindo, assim, a prosperidade.

Salve Mabon...SALVE SALVE!!!!!!


Que venha Mabon...Agradecer!!!!


Mabon é o festival realizado para a celebração do equinócio de outono. Pronúncia do nome Mabon: "mêi-bon". Ele é o segundo sabá das colheitas.
O equinócio de outono ocorre por volta de 21 de março no hemisfério sul. No hemisfério norte, é celebrado por volta de 21 ou 22 de setembro (as datas dos equinócios e solstícios variam de ano para ano).
Esses dias são pontos de equilíbrio, onde dia e noite se igualam. No entanto, enquanto o equinócio de primavera é um período de equilíbrio para preparar-se para a ação, o equinócio de outono é um período de equilíbrio para preparar-se para o repouso, que vem no inverno.

Lughnasadh (Lammas) marca a coleta efetiva da safra de cereais, mas em seu aspecto sacrificial. O equinócio de outono marca a conclusão da colheita e a ação de graças pela abundância, com ênfase em um futuro retorno desta. É um período de recolhimento e agradecimentos por tudo o que tivemos. Montamos uma mesa farta, repleta de alimentos e compartilhamos com todas as pessoas que amamos.

É época de agradecer também aos nossos ancestrais pelo sangue que corre em nossas veias, pelas características genéticas que deles herdamos e pelas dádivas que eles nos deixaram e nos transformaram naquilo que somos hoje. Reflita sobre as alegrias de sua vida, a liberdade e a maravilha da humanidade como um todo e abençoe todos ao seu redor que colaboram para a sua vida ser da maneira como é hoje.
O que é essencial, em cada sabá, é você saber observar a Natureza, ver suas mudanças, entender seus ciclos e o momento que está vivendo. Por mais que você celebre "segundo a roda do Hemisfério Sul", não se esqueça do que está sendo celebrado no resto do mundo. Somos todos irmãos da Arte.


Correspondências do Sabbat de outono:

As correspondências são sempre simbólicas e pessoais. No entanto, é bastante interessante você observar as mais variadas correspondências, pois sempre aproveitamos algo para nós mesmos. Apresentamos aqui uma correspondência padrão, que não é fixa, de forma alguma.

Outros nomes para este Sabbat
Equinócio de Outono, Alban Elfed, Colheita do Vinho, Cornucópia, Segunda Colheita, Dia de Ação de Graças das Bruxas.

Cores
Marrom, verde, amarelo, vermelho.

Divindades
Relacionadas ao vinho e às colheitas, mas especialmente os mitos de Mabon/Modron e Perséfone/Deméter.


Plantas e ervas
Alecrim, calêndula, sálvia, noz, folhas e cascas, visco, açafrão, camomila, folhas de amêndoa, frankincenso, rosa, agridoce, girassol, trigo, folhas de carvalho, maçã seca, sementes de maçã.


Pedras
Âmbar, quartzo translúcido, olho-de-tigre, citrino.
Toalha do altar
Laranja ou cor de vinho.

Velas
Marrons, cor de vinho ou roxas.


Incensos
Hibisco, mirra, rosa e sálvia (ou misture todos).

Outros apetrechos decorativos
Ramos de ervas secas, girassóis, folhas secas, batatas, bagas e espigas de milho.

Comidas e bebidas
Abóboras, grãos no geral, pães, bolos, raízes de todos os tipos, batatas, nozes, sidra com canela, vinho.


Atividades tradicionais
- Elaborar uma cornucópia para prosperidade
- Fazer bonecas mágicas de maçã
- Andar pelos campos
- Fazer grinaldas e oferecer à Natureza como agradecimento
- Fazer vassouras mágicas
- Fazer amuletos
- Confeccionar uma Rainha da Colheita
- Fazer uma oferenda aos deuses com frutas e folhas
- Encher uma cesta com cones de pinheiros, folhas secas coloridas, trigo, bolotas de carvalho e ramos de pinheiro e deixar na sua porta de entrada para atrair boa sorte
- Colocar espigas de milho na sua porta de entrada



(Bruxaria.net)

Reflexão do dia!!!!!!!!

 
“Mesmo que seja um sonho, mesmo que seja uma ilusão, se existe dentro de você, é porque é para você.”

Zibia Gaspareto

terça-feira, 20 de setembro de 2011

LindoO!!!!

Celebração do Dia!!!!!

Dia 20- Celebração da antiga deusa pré-helênica  Perse ou Perseis.


 






Chamada de
"portadora da Luz" ou  "a Destruidora", era uma deusa lunar, esposa do Sol e filha do oceano, mãe das deusas Pasiphae e Circe. Parece que Perse originou o culto a Perséfone.


Sexto dia dos Mistérios Eleusínios, com a preparação dos peregrinos para a iniciação, assinalando o significado do mito e o simbolismo de “syntehema”, a senha recebida dos sacerdotes. Por ter sido extremamente bem guardado, o conhecimento verdadeiro dos segredos dos Mistérios desapareceu com a morte do último iniciado. Para a posteridade, sobrou apenas o conhecimento exotérico e as deduções dos historiadores e antropólogos, baseadas nas inscrições e gravuras. A mais famosa inscrição resume, de forma enigmática, o que os iniciados faziam: “Eu jejuei, eu bebi o kykeon, eu peguei algo no cesto, eu coloquei algo de volta ao cesto e depois passei do cesto para o meu peito”. As explicações são repletas de diversas especulações e interpretações. A mais óbvia sugere que o “kykeon” era a bebida de cevada fermentada com ervas, o “retirar do cesto” referia-se aos objetos sagrados (uma esfera, um cone, um espelho), o “colocar de volta no cesto” designava as oferendas e a menção ao peito assinalava a complementação de um ciclo: tirar, devolver e se preparar para o novo, com orações e encantamentos.

Celebração da deusa pré-helênica Perse ou Perseis. Chamada de “Portadora da Luz” ou “A Destruidora”, era uma deusa lunar, esposa do Sol e filha do oceano, mãe das deusas Pasiphae e Circe. Provavelmente Perse originou o mito e o culto de Perséfone.
Na América do Sul, festeja-se o nascimento do deus solar tolteca Quetzacoatl, a “serpente emplumada” dos astecas, o deus da vida, da fertilidade e da sabedoria. Considerado um Deus Criador, era relacionado ao planeta Vênus e, por isso, requeria apenas um sacrifício humano anualmente (ao contrário de outros deuses, bem mais sanguinários). Quetzalcoatl regia o vento, a respiração, a arte, a civilização e era o eterno rival de Tezcatlipoca, o deus da morte, cujo rosto era de obsidiana negra.
 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Reflexão do dia!!!!!!!!

 
 
O que importa na vida é estar junto de quem se gosta. Isto é a maior verdade do mundo.
Clarice Lispector


Thoth!!!

DIA DE THOTH / 19 de setembro



Na mitologia egípcia ele é o deus da magia e da sabedoria!

Toth, Tot, Tôt, Thoth ou Zonga é o nome em grego de Djehuty (ou Zehuti), um deus pertencente ao panteão egípcio,um deus cordato , sábio, assistente e secretário-arquivista dos deuses. É uma divindade lunar (o deus da Lua) que tem a seu cargo a sabedoria, a escrita, a aprendizagem, a magia, a medição do tempo, entre outros atributos. Era frequentemente representado como um escriba com cabeça de íbis (a ave que lhe estava consagrada). Também era representado por um babuíno. 

A importância desta divindade era notória, até porque o ciclo lunar era determinante em vários aspectos da actividade civil e religiosa da sociedade egípcia. É, por vezes, identificado com Hermes Trismegisto. Sua filiação ora é atribuída a Rá, ora a Seth. Refere-se também que seria conselheiro de Rá. Sua companheira íntima, Astennu, é por vezes identificada com o próprio Toth .

Tinha uma filha:. Seshat. Era marido de Maet. Também é considerado, por Edgar Cayce, como um engenheiro atlante da antiga civilização perdida de Atlântida e que terá participado na construção das piramides.
 
 
 
Deus da Sabedoria e da Magia. O primeiro entre os magos. 
Seu dia é celebrado por todos os praticantes de Magia. 
Como um mago completo costuma-se honrá-lo com os quatro elementos da Magia.
Uma vela lilás (Fogo), um incenso de mirra (Ar), uma ametista (Terra) e Água.
Acenda o incenso e a vela pedindo a Thot iluminação e fé.
 

domingo, 18 de setembro de 2011

Reflexão de domingo!!!!!!!!!!!




A força que carrego em meu coração de mulher... É muito maior que todos os ventos contrários que sopram no mundo! 


 _____Lígia Guerra

sábado, 17 de setembro de 2011

Estrela miúda que alumeia o mar....

Reflexão do dia!!!!!!!!

"Sonhe com o que você quiser. Vá para onde você queira ir.
Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida
e nela só temos uma chance de fazer aquilo que queremos.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades
para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E
esperança suficiente para fazê-la feliz."

Clarice Lispector.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A Deusa Dana



Continuamos na nossa jornada para sintonizar com os espíritos da Irlanda. Dana é uma deusa irlandesa e conhecida como a Deusa Terra, a deusa da fartura e da abundância. Suas sacerdotisas levavam conforto aos que estavam às portas da morte e ela é a guardiã do gado e da saúde, cuidando também da fertilidade, da prosperidade e do conforto.
Outras denominações: Anu, Anann, Dana-na.



Prece para a Deusa Dana

Danna dos mares revoltos
Da luz refletindo nas águas
Nos permita caminhar pelos vãos sagrados do ar
Nos brinde com sua sabedoria

Me permita sonhar com o futuro
Me permita enxergar os lugares obscuros
onde apenas tua luz consegue alcançar

Senhora Mãe dos Deuses
Esteja comigo desde o meu despertar
Me ajude a caminhar pelos caminhos
que os Deuses tecem desde sempre
Me ajude a ser calma diante das indignações
Me ajude a ser fiel a sequência natural de todas as coisas
Me ajude a ser pensante diante das inquietações

Traga a alegria da vida para todas as coisas vivas
Traga a beleza de ser filhos de teu abençoado ventre
E receba meu agradecimento a cada por do sol
Onde a escuridão se curva diante de tua infinita luz
Eu danço em teu nome para celebrar o teu reino
Eu festejo a luz que me orienta e guia
Eu celebro o teu nome Danna dos Tuatha dé Dannan
Assim seja , assim é!

Reflexão do dia!!!!!!!!

 
 
"Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca."

(Clarice Lispector)

Festival de Dana

Festival de Dana-amor, coragem e sabedoria.

 
16/09 - PRIMEIRO DIA DO FESTIVAL DE DANA
Nesta data se contata a tríplice Deusa, em seus três aspectos: Coragem, amor e sabedoria. 
Acenda três velas, branca para a donzela, rosa para a mãe e amarela para a Anciã e pronuncie esta oração: 
 
"Deusa das três faces, traga-me os dons da lua, no crescente, de-me coragem, na cheia, invada-me de amor e na minguante traga-me sabedoria, a virtude e a magia."
Faça esse ritual por 3 noites seguidas.



O Festival de Dana durava três dias e era muito importante na tradição celta. Nele, contata-se a Tríplice Deusa em seus aspectos: Amor, Coragem e Sabedoria - a Donzela, a Mãe e a Anciã. 






A deusa tríplice-donzela, mãe, anciã.
 
Fonte:http://www.alemdalenda.com.br/